00h00 - sexta, 08/09/2017

Aulas começam sem problemas em Odemira

Aulas começam sem problemas em Odemira

Ainda há professores por colocar e há necessidade de mais assistentes operacionais (auxiliares), mas o novo ano escolar de 2017-2018 vai arrancar sem sobressaltos de maior no município de Odemira. Uma garantia que é deixada ao "SW" pelos responsáveis dos cinco agrupamentos de escolas do concelho, que afiançam estar tudo pronto para receber cerca de 2325 alunos na próxima quarta-feira, 13 de Setembro.
"Não temos preocupações de maior e está tudo pronto para começarmos", afirma peremptoriamente Armando Martins, director do Agrupamento de Escolas de Odemira, o maior do concelho, que em 2017-2018 contará cerca de 980 alunos (a que se juntam as reclusas do Estabelecimento Prisional de Odemira).
De acordo com este responsável, ainda há "horários a concurso", situação que deve ficar resolvida até ao início das aulas através do concurso gerido pelo Ministério da Educação. E no que toca aos assistentes operacionais, Armando Martins é um director satisfeito. "O ano passado deram-nos mais cinco assistentes operacionais e este ano, atempadamente, permitiram a renovação desses contratos e a contratação de mais um. Portanto, ainda que sendo à justa, não nos podemos queixar", diz.
Mais a litoral, no Agrupamento de Escolas Vila Nova de Milfontes, que em 2017-2018 terá perto de 405 alunos, o quadro é muito semelhante no que toca aos professores, visto que as seis vagas ainda existentes deverão ficar supridas até início das aulas, garante o sub-director Filipe Clemente.
Mas ao contrário da sede do concelho, em Vila Nova de Milfontes faltam assistentes operacionais. "Tivemos três pessoas que saíram, duas por aposentação e uma por rescisão, e ainda não foram substituídas. Faltam essas três pessoas… pelo menos", afiança o sub-director do agrupamento.
Em São Teotónio a preparação do novo ano lectivo também "está a correr normalmente", mas são igualmente necessários mais auxiliares, garante o director do Agrupamento de Escolas. "Faltam assistentes operacionais, mas da parte do Ministério da Educação pois da parte da Câmara Municipal está tudo certo. É que segundo as contas do Ministério, temos o número de assistentes operacionais que devíamos ter. Mas o Ministério não conta que haja pessoas doentes ou que haja outras que já estão velhotas e que já não podem fazer o trabalho todo… Precisávamos de pelo menos mais dois [auxiliares] para isto funcionar a 100%", acrescenta Rui Coelho.
O director do Agrupamento de Escolas de São Teotónio, que em 2017-2018 vai voltar a ter perto de 570 alunos (a que se juntam os 70 estrangeiros que frequentam o curso de Português em regime nocturno), refere ainda que faltam serem colocados no agrupamento cerca de 15 professores. "Isto já é província de Odemira e na província da província custa mais as pessoas virem para cá. Mas espero que a situação seja resolvida nos próximos dias. Depende um bocado do Ministério da Educação", afirma com optimismo.


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Data: 17/11/2017
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