07h00 - sexta, 02/11/2018

"Vítimas começam a ter voz"

"Vítimas começam a ter voz"

O GAVA nasceu em 2012 e a sua coordenadora reconhece que o número de pedidos de apoio tem vindo a aumentar de ano para ano, "maioritariamente" através das entidades que constituem a rede de parceria, casos da GNR e da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens.
"Devemos olhar para estes indicadores de forma positiva, na medida em que as vítimas começam a ter voz, a deixar de viver no silêncio, a perder a vergonha e a sentirem-se menos sozinhas, sabendo que existe um serviço especializado e de proximidade que as pode apoiar. Para nós, este é o resultado de uma desocultação cada vez maior deste fenómeno, as pessoas estão mais informadas e denunciam mais", argumenta Sara Horta.
Para a psicóloga, os seis anos de trabalho do GAVA permitiram igualmente colocar "as questões da Igualdade de Género a debate no território de Odemira". "Continuamos a trazer para a agenda local a temática da igualdade de género e da violência doméstica e de género e isso é uma conquista e uma aposta diária", sublinha Sara Horta.
A coordenadora do GAVA acrescenta que o facto deste ter conseguido "constituir uma rede de parceria com os agentes locais e de existir um compromisso formal assumido com o Estado e com os municípios de Odemira e Aljezur" também trouxe a este serviço "uma maior visibilidade" e "um maior sentimento de confiança" no serviço prestado à comunidade.


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Data: 19/07/2019
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