16h22 - quinta, 03/10/2019

A água e o nosso organismo!


Cláudia Silva
Uma alimentação saudável inclui não só a ingestão diversificada de alimentos, mas também a ingestão adequada de líquidos. A água é um bem essencial à vida, representando cerca de 70% da composição corporal.
Apesar desta importância, a sua ingestão é por vezes subvalorizada! Os hábitos alimentares nem sempre têm como principal objetivo o fornecimento de nutrientes, tendo antes como base motivações socioculturais, onde a ingestão hídrica se revela insuficiente. Mas porque é que afinal a água é tão importante?
A água é fundamental para manter a homeostasia celular, estando envolvida no transporte de nutrientes e em inúmeras reações metabólicas do organismo. É um constituinte essencial do sangue, da linfa e de todas as secreções corporais. Sem a água suficiente todo o processo da digestão, absorção, metabolismo e excreção pode não se realizar convenientemente.
Especificamente no que se refere ao sistema cardiovascular, estudos recentes começam a demonstrar que a ingestão de água pode mesmo ter um efeito benéfico na diminuição da frequência cardíaca, pressão arterial (sistólica) e no trabalho do coração. A ingestão de água está relacionada com o funcionamento de todos os órgãos, pela regulação da temperatura corporal e desempenho físico e cognitivo.
A água pode ser é parte constituinte de variadíssimos alimentos, particularmente, na fruta, produtos hortícolas, no leite ou em preparados como a sopa. Contudo a ingestão de água não pode unicamente ser assegurada através dos produtos alimentares. A recomendação da Organização Mundial de Saúde diz-nos, a fim de manter um bom funcionamento do nosso organismo, que as pessoas adultas saudáveis devem ingerir entre 1,5 a três litros de água por dia.
A ingestão de água tem particular interesse em dois momentos do dia, por diferentes motivos: ao deitar tem efeito positivo sobre a coluna vertebral, permitindo a hidratação dos discos vertebrais; e ao acordar tem efeitos benéficos sobre a circulação sanguínea.
A sensação de sede é um indício da necessidade de ingestão hídrica que não deve ser descurada. Ainda assim, esta sensação de sede pode alterar-se ao longo do ciclo de vida, pelo que é importante estar atento a alguns sinais de alerta, tais como: diminuição do número e quantidade de urina, alteração da sua concentrada e cheiro mais intenso, obstipação, pele e mucosas secas, cefaleias sem causa aparente ou dificuldade em se concentrar.
Por este motivo, a água não se insere num grupo alimentar específico da "Roda dos Alimentos", mas está destacada no seu centro! Água é vida!

A autora utiliza o
novo Acordo Ortográfico



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Data: 17/01/2020
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