07h00 - segunda, 20/11/2023

Movimentos contra mineração
nos concelhos do Alentejo Litoral

Movimentos contra mineração nos concelhos do Alentejo Litoral

Seis movimentos de cidadãos e de defesa do ambiente são contra o avanço de projetos de mineração no Alentejo Litoral, pedindo um processo de esclarecimento e auscultação às populações locais, assim como ma tomada de posição "urgente e inequívoca" de Governo e autarquias.
Em comunicado enviado ao "SW", os movimentos ProtegeAlentejo, Dunas Livres, GAIA Alentejo, Juntos pelo Cercal, Minas Não e Roda Inquieta afirmam que o Litoral Alentejano "está a ser sacrificado em nome dos interesses económicos, com graves consequências para quem aqui vive e trabalha".
Em causa estão os projetos mineiros "Cercal", "Santiago" e "Ermidas" (no concelho de Santiago do Cacém e Odemira), e o da "Lagoa Salgada" (Grândola e Alcácer do Sal), "com efeitos devastadores para o ambiente".
A estes junta-se agora o pedido de atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de depósitos minerais de areias siliciosas e argilas especiais, denominado "Fontinha" e situado no concelho de Grândola.
"É mais um projeto a colocar a região sob pressão e em especial Grândola, que além do projeto mineiro 'Lagoa Salgada', o contestado traçado ferroviário Relvas Verdes-Grândola Norte, assiste à proliferação de empreendimentos turístico-imobiliários de luxo na costa, campos de golf e centenas de piscinas privativas, colocando em vias de extinção o último cordão dunar selvagem, esgotando recursos hídricos e fomentando a especulação imobiliária", advogam os movimentos.
Esta situação levam os movimentos signatários do comunicado a expressar "as mais profundas preocupações relativas a mais um projeto extrativista que surge à boleia de um modelo económico e uma Lei das Minas insensíveis à destruição ambiental, à degradação da qualidade de vida das populações e à exploração desenfreada de recursos ao serviço de interesses e lucro de alguns".
Por isso, no comunicado é exigido um processo de esclarecimento e auscultação às populações locais, "prévio à consulta pública", assim como uma tomada de posição "urgente e inequívoca" de Governo e autarquias.
Os movimentos exigem ainda "a introdução de estudo dos impactos da exploração e efeitos cumulativos com os restantes projetos e opções na região".


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